Eu Sou

Eu sou o grito de dor de todas as parturientes, que trazem vida ao Mundo.
Eu sou o primeiro choro de todos os recém nascidos.
Eu sou todos os jovens casais apaixonados.
Eu sou todos os  pais, e todas as mães, avós que hão-de ser.
Eu sou todos os animais, e todas as plantas.
Eu sou toda a vida, microbiótica e macrobiótica.
Eu sou o ar, as nuvens.
Eu sou todos os raios de sol,
e todas as gotas de água,
que banham a terra.
Eu sou todos os planetas, todos os sois, todas as galáxias que existem no cosmos.
Eu sou todas as supernovas, mães e pais de todos os átomos.          
Eu sou feitos dos átomos formados nessas explosões.
Eu sou a vida, que veio, nem sei mesmo de onde.
Eu sou os meus materiais, os meus tecidos, as minhas moléculas, os meus átomos.
Eu sou esta amálgama de átomos, que, misteriosamente, tem a faculdade de pensar nos átomos que a constituem.
Eu sou o universo, feito consciência, que se contempla a si mesmo, através de mim.                         
Eu sou o vácuo que existe nos meus átomos.
Eu  não sou nada.
Eu não existo.
Eu estou em todo o lado, e em lugar nenhum.
Eu sou o logos, o pensamento.
Eu sou a consciência de mim mesmo.
Eu sou, mas não sei existo enquanto estou a dormir.
Eu sou os meus sonhos.
Eu sou todos os sonhos.
Eu sou aquele que é.
Eu sou aquele que se permitiu escolher o que ser.
Eu sou a manifestação dos meus pensamentos.
Eu sou,  porque, de outra maneira,
Não era!

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