Ao Espelho

Olhos nos olhos, o espelho contempla-me. O brilho ainda não desapareceu. Aquele estranho fulgor de pedra derretida, ainda bailava, como se estivesse vivo. Lentamente, apago o pensamento, e mergulho no imenso vazio. É o retorno às origens. Ao sitio, onde Ela gosta de me levar. Juntos, voamos no imenso vazio, negro de negro, infinito. Sem Ela, não saberia que fazer, que ser. Sem Ela, eu não seria eu.

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