Solidão

A tua voz, mais uma vez,
perturba-me.
As tuas promessas,
já vencidas,
como velhas notas de crédito,
estavam pregadas na parede,
com pregos de aço.
A tua alegria entristece-me.
Os teus alentos,
devaneios de criança velha.
Ergue-te, ò voz.
Não te deixes ficar parada.
A solidão, mais uma vez,
alegremente,
bate à porta.
Desta vez, vou deixa-la entrar.

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